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Salvação

"Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei"...Mt 11.28

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Departamento Infantil da Escola Bíblica Dominical de Porto Rico do Maranhão - MA, promove palestra com o psicólogo Daniel Cavalcanti da Igreja Quadrangular de São Luis - MA

Foi realizado nesta Quinta-feira dia (26/04) pelo Departamento Infantil da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Porto Rico do Maranhão - MA, uma palestra com o psicólogo Daniel Cavalcanti (CRAS) membro da Igreja Quadrangular de São Luis - MA com o tema: "Comportamento infantil e obediência aos pais a luz da Palavra de Deus".
Psicólogo Daniel Cavalcanti
 Crinaças participando da Palestra

Alguns pais q participaram da palestra.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

PORTO RICO DO MARANHÃO RECEBE PRÊMIO "SELO SUAS VIVA ASSISTÊNCIA SOCIAL"


     
Publicada no Díario Oficial do Estado do dia 03.08 a  Portaria nº 194, de 26.07.2011, assinada pelo Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Francisco de Asssis Castro Gomes,  que instituiu a Comissão Organizadora do Selo Suas “Viva Assistência Social”.   A Comissão tem a finalidade de deliberar sobre as condições de participação, avaliação e pontuação, através de regulamento; elaborar os pareceres técnicos  e  emitir relatórios de monitoramento sobre a situação dos municípios que aderiram ao Selo Suas “Viva Assistência Social”.O Selo Suas “Viva Assistência Social” objetiva fomentar a implementação e consolidação da Política de Assistência Social nos municípios; incentivar o desenvolvimento de metas elencadas no Pacto de Aprimoramento da Gestão Municipal da Política de Assistência Social; fortalecer a capacidade de gestão dos municípios, com ênfase à proteção social básica; estimular e fortalecer a prática de monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas nos municípios.
    
O Município de Porto Rico do Maranhão foi premiado com o "Selo Suas Viva Assistência Social". Foram 120 Municípios que se increveram, mas só 69 concorreram e só 10 foram premiados. Esse prêmio vem proporcionar ao Município de Porto Rico do Maranhão a consolidação dos resultados positivos que agregarão ao desempenho e continuidade das ações da política de Assistência Social.
     
É o reconhecimento do Governo do Estado e do Governo Federal ao Município, pelos resultados dos seus esforços na melhoria da qualidade de vida dos Usuários da Política de Assistência Social.
    
O prêmio foi entregue na capital São Luis ao prefeito municipal Celso César do Nascimento Mendes e a Secretária de Assistência Social Nilce Farias. 'Também dividimos a conquista do “Selo Suas” com todos os servidores e técnicos da SEMAS (Secretaria Municipal de Assistência Social), que se juntaram a nós para zelar pelas pessoas que diariamente buscam a assistência social do município de Porto Rico do Maranhão’, agradeceu a Sec. de Assistêncoia Social Nilce Faria. 

Fonte: Ascomsedes/26.08.11
http://www.sedes.ma.gov.br
PS: Israel Gusmão@produções 


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O que é parcialidade e imparcialidade em jornalismo?

Para escrever esse post, peço ajuda não dos universitários, mas do “pai dos burros”. Recorro, agora, ao Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa para saber o que é:
Parcialidade: Qualidade de quem ou do que é parcial; Parcialismo; Grupo partidário de uma mesma causa; Partido; Facção.
Parcial: Que faz parte de um todo; Que existe ou se realiza em partes; Que toma partido a favou ou contra uma pessoa, uma facção, etc., sem que importe a justiça ou a verdade; Injusto; Partidário.
Imparcialidade: Caráter ou qualidade do que é imparcial; Equidade; Isenção.
Imparcial: Que não é parcial; Isento de parcialidade; Que se abstém de tomar partido ao julgar ou ao constituir-se em julgamento; Que julga sem paixão; Que não sacrifica a verdade ou a justiça a considerações particulares.
Em síntese, quem é parcial escolhe um lado e quem é imparcial fica em cima do muro.
Nas universidades ensina-se que todos os jornalistas devem ser imparciais. Por isso, os estudantes são obrigados a podar os adjetivos de seus textos, uma vez que adjetivos acrescentam qualidades às coisas. E quando se acrescentam qualidades, somam-se valores de grau negativo ou positivo, escolhem-se lados, é-se parcial.
É por isso que, em determinado momento da história, os textos jornalísticos foram divididos em news e comments. Isto é, em notícias e comentários, textos não opinativos e textos opinativos. O primeiro tipo de texto deve ser enxuto, sem adjetivos. No segundo, adjetivos a vontade.

O discurso universitário diz que a parcialidade é um pecado mortal na elaboração de uma notícia ou numa reportagem. Contudo, a imparcialidade se parece mais com uma utopia muito difícil de ser alcançada.
A imparcialidade pode até ser alcançada quando não existem grandes interesses em jogo. Mas quando os interesses são grandes, a imparcialidade é frequentemente jogada para escanteio. Exemplos:
  • Peça para um jornalista petista ou peemedebista ser imparcial quando estiver em época de eleições;
  • Peça para um jornalista católico ou protestante ser imparcial quando estiver falando sobre as religiões;
  • Peça para jornalista torcedor do Palmeiras ser imparcial quando estiver nos últimos jogos de um Campeonato Brasileiro qualquer em que seu time estiver disputando o primeiro lugar.
    Enfim, ainda que esses jornalistas tentem ser imparciais, haverá sempre um juízo de valor que os fará pender para um dos lados, mesmo que vagamente.
    É possível, ainda, burlar uma regra máxima do jornalismo e escrever um texto totalmente parcial sem utilizar um único adjetivo.
    Assim, a parcialidade e a imparcialidade, no jornalismo, são duas irmãs briguentas. Mas os jornalistas, contudo, devem buscar a imparcialidade ao máximo, ainda que não seja possível alcançá-la.

    P.S www.j3brasil.blogspot.com/2011/01/o-que-e-parcialidade-e-imparcialidade.html

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Diálogos

Digão

– Bem, acho que podemos começar nossa reunião – disse Tobias.

– Calma, irmão, nosso irmão Levi ainda não chegou – Disse Joel.

– É fogo! Esse pessoal fica cuidando da família e se esquece das coisas do Senhor! Deviam ser como eu, que abandono tudo por causa das coisas de Deus! Maldito seja!

– O irmão Levi chegou, olha ele ali.

– A paz do Senhor, irmão Levi – disse Tobias – Estávamos sentindo sua falta! Até mesmo comecei a orar por você, pedindo que o Senhor o abençoasse muito!

– Obrigado, irmão – respondeu Levi, sem muita convicção, já lhe conhecendo o veneno – É que não deu para sair de casa no horário.

– Bom – retomou Tobias – agora sim, acho que podemos começar. Nosso propósito aqui nesta noite é glorificarmos ao único e todo-poderoso Deus.

– Sim, é verdade – responderam os outros dois.

– A verdade, queridos irmãos no Senhor, é que estamos sendo ameaçados por este sujeitinho – disse Tobias, já começando a corar de raiva.

–Sim, irmão Tobias – disse Levi – Aquele sujeito lá pensa que prega a Palavra do nosso Deus, mas fica só falando de pecado, de arrependimento, de um Reino que não se pode ver...

– Ele até mesmo deixou uma família nossa desgostosa – disse Joel.

–E isso não podemos permitir – bradou Tobias!

– Mas você mesmo não tinha brigado com aquela família no passado, dizendo que eram encrenqueiros, Tobias? – Perguntou Levi.

– Não me questione, irmão! – irritou–se Tobias – Meus motivos são puros e santos, assim como é puro e santo meu coração!

– Bom... – disse Joel, tentando quebrar o climão – o sujeito lá fala que conhece a Palavra, que tem a doutrina...

– Se ele tivesse a doutrina, saberia que somente nós é que interpretamos a Palavra, que apenas nós temos o comando, e que ele veio só para somar conosco, mas que deveria fazer tudo o que dissermos – disse Tobias, já babando de ódio.

– Pois é. De que adianta ter o conhecimento de uns mil livros, se ele não faz o que queremos? – disse Joel, dando apoio a Tobias.

– Então está decidido. Vamos eliminar o sujeito, e assim vamos ficar com o nosso caminho livre para podermos louvar e adorar o Senhor de todo o nosso coração e da nossa própria maneira, que é a única correta – disse Tobias.

– Aleluia! Glória a Deus! – Disseram os outros dois.

Os nomes são inventados, mas os fatos, não. Este diálogo pode ter sido uma reimaginação de alguma conversa que precedeu o julgamento fraudulento de Jesus. Mas também pode ter sido uma descrição não tão fictícia assim de uma reunião secreta em uma pizzaria onde presbíteros conspiram contra seu pastor na calada da noite. Não importa. Lá, como cá, mata-se em nome de Deus com a mesma alegria.
 
Digão tem uma imaginação fértil do Genizah

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Fonte: blog do Genizah