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Salvação

"Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei"...Mt 11.28
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Escritura: O melhor lugar para conhecer Deus


Em três de novembro publiquei a primeira de uma série de três postagens prometidas para tratar sobre a forma como vemos e compreendemos Deus. Confira aqui. Ao final, considerei que a Escritura é o nosso melhor "'ponto de observação' de onde Deus pode ser conhecido, tanto em seu 'lado ouro', quanto em seu lado prata'". Nesta segunda postagem, já um pouco distante da outra, a minha intenção é mostrar os motivos pelos quais a Escritura tem essa prerrogativa.

Comecemos por afirmar que nenhum outro livro sagrado tem a perspectiva ímpar da Escritura acerca de Deus. Sem entrar em pormenores ou tornar esta postagem maçante, qualquer outra obra que se apresente como portadora dos oráculos divinos, ora propõe conceitos inconsistentes, ora aponta caminhos que não levam a lugar algum, ora cria um emaranhado que mais confunde a cabeça dos que estão em busca da verdade, ora orna o sagrado com mitos que se circunscrevem à própria categoria: não passam de mitos. Não cumpre o papel que promete. O terreno é movediço e a visão nebulosa.

A Escritura é a única obra singular em toda a história da humanidade. Nenhuma se compara a ela. Nenhuma a supera. Aqui vale aduzir alguns rudimentos. Escrita por cerca de 40 autores de diferentes extratos sociais, em aproximadamente 1600 anos, sem que muitos se conhecessem, jamais algum deles teve ideia de que estaria escrevendo um texto para compor esse monumental volume com 66 livros que chamamos Bíblia. No entanto, nenhuma outra obra, antiga ou recente, comparada à forma como a Escritura chegou até nós, revela a mesma unidade, harmonia e propósito, como acontece com a Bíblia, embora os seus autores não tivessem originalmente a intenção de produzi-la do modo como hoje a conhecemos.

Outra singularidade que se destaca na Escritura é a sua fidelidade aos originais. Qualquer outra obra antiga, que não mais disponha do original, isto é, do texto escrito pelo autor, tem uma margem de erro que beira aos 15%, quando comparadas todas as cópias antigas existentes. Não é assim com a Bíblia. Embora os manuscritos originais, ou seja, os textos escritos pelos autores, se tenham perdido ao longo do tempo, os manuscritos (ou cópias) antigos que dispomos retratam fielmente o que escreveram os escritores sagrados. Segundo quem trabalha na área, o chamado aparato crítico, que se compõe de aproximadamente seis mil manuscritos existentes, tem uma margem de erro de no máximo 2% e, assim mesmo, apenas de forma, e não de conteúdo. Nenhuma outra obra antiga tem a mesma precisão. Ou seja, a Escritura que você tem em mãos reflete com fidelidade o que os autores sagrados escreveram.

Sem abrir mão da ilustração que empregamos na primeira postagem, isso quer dizer que a Escritura é o único ponto de observação confiável, situado em local privilegiado na praça, pelo qual podemos ter a visão que nem todos conseguem por estarem em ângulo onde enxergam apenas um lado em detrimento do todo. Ou nada enxergam. Só a Escritura nos permite conhecer quem é Deus e como ele se relaciona com a humanidade. Só a Escritura nos dá a condição de enxergá-lo "tanto em seu lado ouro, quanto em seu lado prata". Só a Escritura nos assegura uma visão que não distorce a realidade acerca de Deus. Só a Escritura, repita-se para que todos ouçam (ou leiam). Todavia, há pelo menos três pontos que quero considerar no nosso modo de lidar com a Escritura. Vejamos:

Os biblicistas

Em primeiro lugar, chamo a atenção para aquele grupo que denomino de biblicista, não no significado em que o vocábulo está dicionarizado, mas no sentido em que usam e abusam das citações bíblicas sem atentar para a sua exegese e, se de fato, dão suporte aos conceitos que expressam. Há casos em que a cada parágrafo segue-se uma enxurrada de referências, mas quando se vai pesquisar cada uma delas, descobre-se tratar-se de texto isolado, sem nenhuma conexão sequer conceitual com os demais textos citados, ou, em algumas situações, com o intuito de modificar - estreitando ou ampliando - o sentido do texto principal que está sendo objeto de estudo. Esse é um comportamento peculiar de quem chega ao ponto de observação e, ao invés de usá-lo para apreciar a vista, prefere escavar descuidadamente as suas minudências para mostrar aparente conhecimento do lugar e não da visão que ele aponta. Puro orgulho!

Os bibliólatras


Em segundo lugar, neste grupo - os bibliólatras - estão aqueles que valoram a Escritura como objeto de adoração e se esquecem que a sua finalidade é revelar Deus e os seus propósitos. Eles não se comprazem em estudar a Escritura, não se deleitam em mergulhar na amplíssima imensidão que dela se descortina e leva os mais desejosos às profundezas do Deus Altíssimo que quer ter comunhão os seus filhos. Estão no ponto de observação, mas viram as costas para o que ele revela. O seu interesse é tê-lo como simples referência de sua religiosidade, como mero objeto decorativo da opulência religiosa de seu coração ou como mero amuleto que espanta o "mau-olhado". Têm a Bíblia aberta no Salmo 91, no lugar principal da sala de estar, tratam-na com deferência adoradora, mas pouco caso fazem do seu principal objetivo: levar-nos a estarmos espiritualmente prostrados em adoração a Deus.


Os bibliocêntricos


Em terceiro lugar, considero bibliocêntricos aqueles que reconhecem a Escritura em sua finalidade essencial: revelar Deus ao homem. Com isso, quero dizer que todas as suas pressuposições (no sentido filosófico em que o vocábulo é empregado) acerca dos desígnios eternos para a humanidade não partem de qualquer outro lugar, senão da Escritura. Ela é a fonte. Ela é a base. Ela é o belvedere de onde se descortina o Deus da glória, infinito, majestoso e insondável. O Deus que ama congregar-se com o seu povo. O Deus que se fez homem e "habitou entre nós... cheio de graça e de verdade". Quanto mais o contemplamos, mais queremos contemplá-lo. Quanto mais o adoramos, mais queremos adorá-lo. Quanto mais o perscrutamos, mais queremos perscrutá-lo.


O bibliocêntrico pode até, eventualmente, não citar nenhuma referência bíblica, quando escreve ou fala, mas o seu texto ou o seu discurso reflete de ponta a ponta a essência da Escritura. Está repleto da Palavra. E quando cita, não o faz de forma isolada ou simplesmente para modificar conceitos expressos em outras passagens que conflitam com o seu pensamento. Cita de forma consistente com toda a Escritura. O bibliocêntrico valoriza o ponto de observação no mérito que ele tem: ser um ponto de observação. Mas ama, sobretudo, passar horas e horas ali para contemplar a formosura do Senhor - o nosso bem maior.


Em nossa terceira e última postagem da série, falaremos então sobre o que a Escritura, esse ponto de observação por excelência, nos revela acerca de Deus "tanto em seu lado ouro, quanto em seu lado prata".
 
Fonte: www.geremiasdocouto.blogspot.com

PS.  Leia a nova postagem no blog da Terceira Via: "Desabafo afasta sintomas da sindrome de Elias".

O câncer de Lula: Castigo Divino?

Com a notícia recente de que Lula está com câncer, alguns comentaram alegremente que enfim o juízo de Deus chegou, como se o câncer tivesse sido alguma sentença divina.
De fato, Lula foi perverso em seu governo. Provavelmente, o mais pervertido presidente do Brasil. Seu governo tratou bem os terroristas, como Cesare Battisti, Fidel Castro e Mahmud Ahmadinejad, presidente do Irã.
* O terrorista comunista Battisti foi condenado por pelo menos quatro assassinatos na Itália. Mesmo assim, Lula mexeu todos os pauzinhos possíveis para que o governo brasileiro abrigasse o terrorista. (Mas o que Lula não suporta é a aflição dos inocentes: quando três atletas cubanos pediram asilo político no Brasil, o governo de Lula prontamente os devolveu aos braços amorosos de Fidel Castro. Não há nada que um socialista abomine mais do que ajudar inocentes.)
* O ditador comunista Castro já matou mais seres humanos do que baratas e moscas.
* O terrorista islâmico Ahmadinejad defende publicamente a destruição de Israel.
Lula é amigo deles.
Isso não é tudo. Seu governo passou oito anos tentando impor, em nome dos direitos humanos, o aborto na sociedade brasileira. Seu governo, desde o início, trabalhou febrilmente para impor a agenda gay não só no Brasil, mas também no mundo inteiro. Em 2003, o governo brasileiro sob Lula apresentou na ONU uma resolução pioneira classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Foi a primeira vez que um governo pediu para a ONU sacralizar a sodomia.
Depois de tudo isso, um câncer é um castigo?
Não tenho a menor dúvida de que Deus castiga aqueles que afrontam Sua santidade, e Lula não teve receio nenhum de afrontá-la repetidamente. Apesar disso, o câncer não é em si castigo.
Claro que em Sua soberania, Deus pode permitir que doenças e pestes sejam castigo, conforme confirma a Palavra de Deus: “Então enviou o SENHOR a peste a Israel, desde a manhã até ao tempo determinado; e desde Dã até Berseba, morreram setenta mil homens do povo.” (2 Samuel 24:15 ACF) Mas de forma geral, a doença está ligada à condição humana.
Desde que o pecado entrou na raça humana através da desobediência de Eva e Adão, todos merecemos morrer. Todos merecemos destruição e sofrimento, pois o pecado não faz outra coisa que trazê-los. E o pecado está em toda parte, tanto em pobres quanto em ricos, tanto em negros quanto brancos, tanto em religiosos quanto não religiosos. O pecado está firmemente enraizado na natureza humana, trazendo morte, destruição e doenças.
Por isso, pessoas que nunca mataram nem fizeram 1 por cento das maldades que Lula cometeu pegam câncer. Quase 25 anos atrás, visitei em São Paulo um hospital de crianças com câncer. Fiquei observando um bebê de poucas semanas cujos pais moravam no Nordeste. Eu estava no horário de visitas, e várias crianças estavam recebendo a visita de seus pais e parentes. Mas o bebê estava só. Orei por ele ali, com o coração cheio de compaixão. Orei também pelos pais dele, que eram pobres e não tinham condições de viajar a São Paulo. Voltei a visitar esse hospital outras vezes, e me doía o coração ver o bebê sozinho. Continuei orando por ele.
O câncer e muitas outras doenças e tragédias são o preço do pecado que está presente na humanidade, de modo que não penso que o câncer de Lula é em si um castigo divino. O real castigo está para vir. Será justo, rigoroso e eterno.
Em seu ministério terreno, Jesus passou grande parte do tempo pregando o Evangelho do Reino de Deus e fazendo milagres, especialmente curando os enfermos. Afinal, a doença é uma das ramificações do pecado. Talvez, por termos nos acostumado tanto à medicina, tenhamos nos esquecido de que um dos ministérios de Jesus para nós é a cura da nossa alma e corpo. Ele não abdicou desse ministério de que tanto precisamos.
Talvez também tenhamos nos esquecido de que quem mais nos alertou sobre o inferno foi o próprio Senhor Jesus. Nenhum sofrimento de câncer se compara ao castigo que uma alma sofre ao partir deste mundo sem ter entregado sua vida aos pés de Jesus Cristo. A condenação para todos aqueles que rejeitam ou não vivem o Evangelho é uma só: o inferno eterno. Esse é o castigo.
Não há punição mais justa e inescapável do que o sofrimento eterno no inferno. E ninguém pode barganhar com Deus para se livrar desse castigo.
Apesar de todas as maldades de Lula, penso que Deus pode salvá-lo de sofrer eternamente as consequências de suas próprias perversidades. Foi para esse propósito que Jesus veio, morreu e ressuscitou: para nos salvar.
Penso também que muitas pessoas estão orando por Lula. Se aprouver a Deus tocar nele, e ele responder positivamente ao convite que vem do céu, ficaremos maravilhados com um homem confessando publicamente que pecou contra o Brasil e suas famílias. Veremos também esse homem confessando publicamente o Senhor Jesus Cristo, reconhecendo o Reino de Deus e sua justiça indestrutível e eterna.
Creio em milagres, pois sou seguidor de Jesus Cristo, que me deu o maior dos milagres: resgatou minha vida do pecado e da condenação do inferno. E ele continua fazendo esse milagre em milhões de pessoas.
Ele pode fazer esse milagre na vida de Lula. Afinal, Lula é um grande pecador, e Jesus é um grande Salvador.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Casa de Farinha no povoado do Cumarú.

A produção de farinha de mandioca é feita artesanalmnete ainda em muito lugares do Brasil. Apesar dos avanços tecnológicos, os produtores de farinha de mandioca do povoado de Cumarú, dispõe apenas de um catitu (máquina usada para ralar a mandioca) e uma prensa mecânica para tirar o excesso de água da massa antes e por no forno a aquecido a lenha para a produção da farinha. Sem nenhum equipamento de segurança, muitos desses trabalhadores madrugam nas casas de farinha e vão até ao anoitecer, sem falar que alguns são ainda adolescentes que deveriam esta na escola.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Casarão conhecido como: "MATA-HOMEM"

Casarão antigo do Centro Histórico de São Luis do Maranhão, localizado na Rua Afonso Pena esquina com o Beco da Lapa, é conhecido como "Mata-homem". Na décade de 30, ali funcionava um "bordel", e havia entre os seus frequentadores um homem por nome João Pires Ferreira, que mantinha um caso com uma "prostituta" de nome Horácia. No dia 25 de Agosto de 1935, João Pires Ferreira foi surpreendido por Horácia, que motividada pelo ciúme, cometeu um crime passional. Enquanto este dormia numa rede, ela desferiu um profundo golpe de faca na sua cravícula, levando-o a morte instantaneamente. Desde então o Casarão recebeu esse nome. Hoje, já desgatado pelo ação do tempo e do homem, o casarão é ocupado por várias familias que moram no local.
Essa história poderia ser mais uma entre tantas que aconteceram ao longo dos anos ali naquele casarão, mais eu fiz questão de pesquizar e buscar informações com os moradores mais antigos da região, pois o homem assassinado que originou o nome "Mata-homem" ao casarão, era pai de Francisca Pires Gusmão, casada com José Pereira Gusmão, mãe de José Maria Pires Gusmão, pai de Israel Rabelo Gusmão, que sou eu. O fato em si não me deixa orgulhoso, mais me sinto honrado em saber que faço parte da história da cidade que vai completar 400 anos de fundação. Quando você for visitar São Luis do Maranhão, e quiser saber um pouco sobre essa história, visite o Casarão "Mata-homem".
 Casarão conhecido como "Mata-homem" (Beco da Lapa)
Casarão conhecido como "Mata-homem" (Rua Afonso Pena)
Meu pai José Maria Pires Gusmão, neto de João Pires Ferreira enfrente ao casarão.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada?

Você já ouviu alguém dizer que para tudo na vida existe um preço? Pois é, nesse caso não é diferente. O progresso, da forma como vem sendo feito, tem acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta Terra e a Natureza. Um estudioso do assunto disse uma vez que é mais difícil o mundo acabar devido a uma guerra nuclear ou a uma invasão extraterrestre (ou uma outra catástrofe qualquer) do que acabar pela destruição que nós, humanos, estamos provocando em nosso planeta. Você acha que isso tudo é um exagero? Então vamos trocar algumas idéias.

E o Desenvolvimento Sustentável?

O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo.

As pessoas que trabalharam na Agenda 21 escreveram a seguinte frase: "A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias necessidades". Ficou confuso com tudo isso? Então calma, vamos por partes. Essa frase toda pode ser resumida em poucas e simples palavras: desenvolver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, ou seja, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades (melhoria da qualidade de vida e das condições de sobrevivência). Será que dá para fazer isso? Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?

Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido como: "equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da equidade e justiça social".

Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez você nunca tenha pensado: qual a diferença entre crescimento e desenvolvimento? A diferença é que o crescimento não conduz automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do planeta.

O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos como metas:

 1. A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc);

2. A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver);

3. A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer cada um a parte que lhe cabe para tal);

4. A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc);

5. A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo os índios);

6. A efetivação dos programas educativos.

Na tentativa de chegar ao DS, sabemos que a Educação Ambiental é parte vital e indispensável, pois é a maneira mais direta e funcional de se atingir pelo menos uma de suas metas: a participação da população.

Texto: Marina Ceccato Mendes


Bibliografia Recomendada

SATO, M.; SANTOS, J. E. Agenda 21 em sinopse. São Carlos, 1996. 41 p. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de São Carlos.

CAVALCANTI, C. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo, Cortez Editora, 1995. 429 p.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ilha das Moças, uma das maiores salinas do litoral Maranhense.

A Ilha das Moças é uma pequena porção de terra com mata atlântica cercada por igarapés. Fica na região de Apincuaçú, não tem energia elétrica, a energia consumida na ilha vem de geradores. Produz água potável de excelente qualidade, além de exixtir na mata diversas espécie de animais nativos. Os únicos moradores da Ilha são o proprietário e os trabalhadores da Salina. O sal é produzido entre os meses de Agosto a Dezembro quando começa o período chuvoso, e as atividades são suspensas, visto que o sal é produzido através do represamento da água salgado em um grande apincú existente na ilha. Depois de produzido o sal num processo totalmente natural, o mesmo é recolhido e armazenado num imenso paiol (rancho), que depois de moído, pesado e embalado é vendido até mesmo pra outros estados, como Pará. Por se tratar de uma Ilha, o único a acesso se dá atraves de barcos que trasportam o sal para o continente.
 Os Baldes (pequenos tanques) onde são produzidos o sal.
 Paiol (ranchos) onde o sal fica armazenado.

 Trabalhadores carregando o sal para os barcos.
 Trilha que leva da casa grande até a salina. percuso que dura uns 5 minutos de caminhada.
 Furo do Maracujatíua, divisa entre os municípios de Porto Rico do Maranhão e Cururupu.
 Barco esperando para ser carregado com o sal.

Barco carregado de Sal enfrente pequenas ondas até chegar o continente.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Fotos Antigas em Porto Rico do Maranhão

Aqui você reelembra o passado através de fotos que trazem a memória tempos que ficaram marcados na vida daqueles que ajudaram a formar os conceitos e fundamentos da nossa cidade, Porto Rico do Maranhão. 
Viaje comigo nesta história.

 Adolescentes apresentando uma peça...vc conheçe alguem?
 Rua da Paz, em frente o templo da AD, local onde os camelôs armavam suas barracas pra vender todo tipo de produto, principalmente roupas, eu usei muita roupa comprada ali....rsrs
 Jovens de Porto Rico, destes, três já são pais de família, exceto o de camiseta.
Durante os cultos no templo, era comum as crianças ficarem em frente do púlpito...
 Vocal Chama Petencostal, a segunda da direita para a esquerda com o cabelo pra frente, é minha esposa hoje.
 Tente lembrar algumas destas crianças, a maioria já são pais de família..Nessa foto está, Nelcinho, Pedro Enéias, Eliomar (surpresa), Junho filho do ex-pastor Silas, Vinólia etc...rsrsrssr
 Vocal Chama Pentescostal
 Desfile de 7 de Setembro, em frente do templo da AD em Porto Rico do Maranhão
 Adloscente apresentando peça teatral na Igreja, a primeira da fila é hoje minha digníssima esposa.
 Vocal Brilho Celeste das Crianças...
 Nessa foto está: da Esq para a Dir: Marizélia. Neca, Suzi, Jelza, Aldenira, Nilde e Nega...
 Festa do Círculo de Oração Monte Sião de Porto Rico do Maranhão
 Adolescente apresentando peça
 Aniversário do filho do ex-pastor Silas
 Desfile de 7 de Setembro, destaque Jodelma Passinho
Aniversário da filha do ex-pastor Silas em Porto Rico do Maranhão
Apresentação de jovens na igreja local

 A familia da minha esposa. Olha a minha princesa nos braços do avo!

Meu casamento

Se você tem alguma foto antiga e deseja divulgar pra posteridade, basta envia-la pra mim pelo e-mail learsigusmao@ig.com.br De já agradeço pela cooperação.