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Salvação

"Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei"...Mt 11.28

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Casa de Farinha no povoado do Cumarú.

A produção de farinha de mandioca é feita artesanalmnete ainda em muito lugares do Brasil. Apesar dos avanços tecnológicos, os produtores de farinha de mandioca do povoado de Cumarú, dispõe apenas de um catitu (máquina usada para ralar a mandioca) e uma prensa mecânica para tirar o excesso de água da massa antes e por no forno a aquecido a lenha para a produção da farinha. Sem nenhum equipamento de segurança, muitos desses trabalhadores madrugam nas casas de farinha e vão até ao anoitecer, sem falar que alguns são ainda adolescentes que deveriam esta na escola.

Porto Rico do Maranhao-Navegando de Sao Luis pra Porto Rico

Video navegando de Sao Luis a Porto Rico

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Viajando pra São Luis pela costa maranhense.

A maioria do pescado produzido na cidade de Porto Rico do Maranhão e transportado em embarcações pela costa maranhense até a capital São Luís. Um percurso que dura aproximadamente 8 (oito) horas. A maioria das embarcações saem do Porto da Pedreira, sobem a cabeceira até o igarapé (furo) do Cazumba, passando-o, descem para a foz do rio em direção ao mar aberto, saem de barra por uma pequeno canal aberto pelo força da correnteza entre o que os pescadores costumam chamar de "quebrada" (Por ser uma área rasa, as ondas quebram com muita força, e quando ocorrerem de alguma canoa entrar na quebrada, o fim é quase sempre trágico, inclusive no último dia 29 de Novembro, duas embarcações anaufragaram na quebrada do Mucunandíua). Saindo de barra, as canoas se deslocam a uma distancia rasuavel da costa, porque existem da parte de foram regiões rasas onde ocorrem a formações de grande ondas, são três pontos críticos conhecido como: Galego, Croa Redonda e Aruoca. Depois de passar por essas quebradas, atravessa-se o canal de Guimarães até uma ponta de terra conhecida como Tereré, nessa região fica localizada um recife de pedra conhecida como Pedra do Itaculumí. A viagem continua agora pelo litoral de Alcântara defronte das Barreiras Vermelhas, visualizando inclusive a base de lançamento da Aeronaútica. Então chega-se a Bahia de São Marcos, onde sempre estão ancorados dezenas de navios, esperando pra carregar no Porto do Itaqui o segundo mais profundo do Brasil. A travessia da Bahia de São Marcos dura aproximadamente 01 hora e 30 minutos. Passe próximo ao Espigão Costeiro (Quebra-mar) na Praia da Ponta D'areia e vai ancorar no Porto do Desterro, próximo ao Mercado do Peixe.
 Povoado do Cazumba
 Igarapé (furo) do Cazumba
 Barra do João Pedro
 Quebrada do Lobo
 Saindo de barra
 Navio ancorado na Bahia de São Marcos
 Canoa pesqueira do litoral
 Isopor com peixe amarrado com corda pra evitar que escorregue da canoa
 Base de lançamento de Alcântara vista do mar
 Canal de Guimarães
 Apreciando a beleza do mar
 Praia de Ponta D'areia vista do mar
 Espigão Costeiro (quebra-mar)
 Mercado do Peixe no Porto do Desterro
 Eu e meu pai, mestre em pilotar canoa.

Quebrada do Aruoca

Essa viagem aconteceu no dia 26 de Novembro de 2011. Numa das minhas muitas viagem que já fiz com meu pai até a capital São Luís. Tenho um grande orgulho por ser filho de um pescador, homem do mar, que no seu dia dia enfrenta o sol escaldante e as ondas do mar pra tirar o sustento da família. Deixo aqui meus PARABÉNS  a todos esses bravos homens do mar.

Cristão Educado: Cristo chamou a Igreja.

Cristão Educado: Cristo chamou a Igreja.: A Igreja de Cristo na terra foi chamada e, por ser chamada foi escolhida. Lembramos ainda que estamos falando da Igreja Invisível. A Igreja ...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Casarão conhecido como: "MATA-HOMEM"

Casarão antigo do Centro Histórico de São Luis do Maranhão, localizado na Rua Afonso Pena esquina com o Beco da Lapa, é conhecido como "Mata-homem". Na décade de 30, ali funcionava um "bordel", e havia entre os seus frequentadores um homem por nome João Pires Ferreira, que mantinha um caso com uma "prostituta" de nome Horácia. No dia 25 de Agosto de 1935, João Pires Ferreira foi surpreendido por Horácia, que motividada pelo ciúme, cometeu um crime passional. Enquanto este dormia numa rede, ela desferiu um profundo golpe de faca na sua cravícula, levando-o a morte instantaneamente. Desde então o Casarão recebeu esse nome. Hoje, já desgatado pelo ação do tempo e do homem, o casarão é ocupado por várias familias que moram no local.
Essa história poderia ser mais uma entre tantas que aconteceram ao longo dos anos ali naquele casarão, mais eu fiz questão de pesquizar e buscar informações com os moradores mais antigos da região, pois o homem assassinado que originou o nome "Mata-homem" ao casarão, era pai de Francisca Pires Gusmão, casada com José Pereira Gusmão, mãe de José Maria Pires Gusmão, pai de Israel Rabelo Gusmão, que sou eu. O fato em si não me deixa orgulhoso, mais me sinto honrado em saber que faço parte da história da cidade que vai completar 400 anos de fundação. Quando você for visitar São Luis do Maranhão, e quiser saber um pouco sobre essa história, visite o Casarão "Mata-homem".
 Casarão conhecido como "Mata-homem" (Beco da Lapa)
Casarão conhecido como "Mata-homem" (Rua Afonso Pena)
Meu pai José Maria Pires Gusmão, neto de João Pires Ferreira enfrente ao casarão.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada?

Você já ouviu alguém dizer que para tudo na vida existe um preço? Pois é, nesse caso não é diferente. O progresso, da forma como vem sendo feito, tem acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta Terra e a Natureza. Um estudioso do assunto disse uma vez que é mais difícil o mundo acabar devido a uma guerra nuclear ou a uma invasão extraterrestre (ou uma outra catástrofe qualquer) do que acabar pela destruição que nós, humanos, estamos provocando em nosso planeta. Você acha que isso tudo é um exagero? Então vamos trocar algumas idéias.

E o Desenvolvimento Sustentável?

O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo.

As pessoas que trabalharam na Agenda 21 escreveram a seguinte frase: "A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias necessidades". Ficou confuso com tudo isso? Então calma, vamos por partes. Essa frase toda pode ser resumida em poucas e simples palavras: desenvolver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, ou seja, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades (melhoria da qualidade de vida e das condições de sobrevivência). Será que dá para fazer isso? Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?

Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido como: "equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da equidade e justiça social".

Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez você nunca tenha pensado: qual a diferença entre crescimento e desenvolvimento? A diferença é que o crescimento não conduz automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do planeta.

O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos como metas:

 1. A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc);

2. A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver);

3. A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer cada um a parte que lhe cabe para tal);

4. A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc);

5. A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo os índios);

6. A efetivação dos programas educativos.

Na tentativa de chegar ao DS, sabemos que a Educação Ambiental é parte vital e indispensável, pois é a maneira mais direta e funcional de se atingir pelo menos uma de suas metas: a participação da população.

Texto: Marina Ceccato Mendes


Bibliografia Recomendada

SATO, M.; SANTOS, J. E. Agenda 21 em sinopse. São Carlos, 1996. 41 p. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de São Carlos.

CAVALCANTI, C. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo, Cortez Editora, 1995. 429 p.